PSA de O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes, novo filme em animação da Start Anima, chega aos cinemas

Segunda-feira, 22 Setembro, 2008

O PSA (public service announcement) da animação “O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes” já está em exibição nas principais salas de cinema do país. Foram enviadas mil cópias às redes exibidoras Cinemark, UCI, GSR, entre outras.  O PSA é um material de poucos segundos que solicita ao público que seus celulares sejam desligados, e ajuda a antecipar a divulgação do filme. Esse é o primeiro PSA de um filme de animação brasileiro. Alguns outros PSAs de animação recentes foram: Kung Fu Panda, Wall E, Horton e o Mundo dos Quem.

A estréia da animação em computação gráfica “O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes”, de Walbercy e Rafael Ribas, está marcada para janeiro de 2009, pela Fox. O teaser trailer que estreou em março e outros materiais do filme podem ser vistos no site www.ogrilofeliz.com.br

 

Sinopse

Grilo Feliz é um músico que quer gravar um CD para montar uma escola de música para crianças. O sapo Netão, líder de uma banda de RAP também quer gravar seu CD e sair do sufoco da favela. Porém não contavam com o vilão Verdugo, que pirateia o CD de ambos e destrói seus sonhos. Assim, sapos e insetos tem de se unir para vencerem o mal.


Hoje no ICIB exibição gratuita de ‘Pinocchio’

Quarta-feira, 27 Agosto, 2008

Hoje, 27 de agosto, acontece no ICIB a exibição do longa “Pinocchio”, com entrada franca.

Extraído da célebre obra de Carlo Collodi.

Pinocchio, boneco de madeira construído pelo marceneiro Geppetto, enfrenta mil peripécias e mil encontros para tornar-se um menino de verdade. Nesta aventura será ajudado pelo grilo falante e, principalmente, pela Fada madrinha.

Direção: Roberto Benigni

Roteiro: Roberto Benigni, Vincenzo Cerami

 

Intérpretes: Pinocchio Roberto Benigni,  Fada madrinha Nicoletta Braschi,  Grilo falante Peppe Barra, Geppetto Carlo Giuffré, Kim Rossi Stuart, Corrado Pani, Alessandro Bergonzoni, Bruno Arena, Massimiliano Cavallari,

Apresentação de Maria Grazia De Alessandri

Local:Istituto Italiano di Cultura / ICIB – Auditório Sala Torino

Endereço: Rua Frei Caneca, 1071            

Horário: 19h

Informações: 3285 6933

Capacidade: 60 lugares

Legenda: em italiano

Entrada franca: Ingressos disponíveis até a lotação dos lugares.


SESC Pompéia apresenta exposição sobre curta-metragem “Dossiê RÊ Bordosa”

Quarta-feira, 27 Agosto, 2008

De 30 de agosto até 05 de outubro, as pessoas que visitarem as oficinas de criatividade do SESC Pompéia terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o curta-metragem “Dossiê RÊ Bordosa”, dirigido por César Cabral. A mostra retrata todo o processo de construção do curta-metragem, desde o desenvolvimento do roteiro, montagens do cenário à criação dos personagens que estarão representados pelos bonecos. A exposição é aberta ao público, gratuita voltada e para todas as faixas etárias.


Sobre o documentário “Dossiê RÊ Bordosa”

 

Inicialmente, a idéia era desenvolver um documentário onde personagens e pessoas dariam depoimentos sobre a História em Quadrinho no Brasil na
década de 80. Mas a proposta inicial evoluiu para um curta-metragem focado somente em uma personagem, Rê Bordosa. A escolha se deu pelo fato de que, de certa forma, ela sintetizava um pouco do estilo de vida dos anos 80, e também por ter sido assassinada pelo seu criador, o cartunista Angeli. O primeiro argumento foi escrito pelo diretor César Cabral com apoio da documentarista Carla Gallo, e resultou num projeto de documentário/animação para o formato de curta-metragem.


O curta-metragem utiliza a técnica  stop-motion (animação com bonecos, objetos, massinhas, etc) pela qual ocorre uma reprodução de 24 imagens por
segundo, tempo suficiente para a permanência retiniana. Através disso, o filme tenta desvendar as razões que levaram o cartunista Arnaldo Angeli
Filho a matar uma de suas mais famosas criações, a diva underground Rê Bordosa, uma das personagens mais famosas dos quadrinhos brasileiros. A
narrativa é investigativa e os perfis do ‘assassino’ e da ‘vítima’ são construídos ao longo do filme com base em depoimentos, imagens de arquivo e
reconstituições do crime. Os principais motivos de transformar os entrevistados em massinha foi o fato de oferecer uma unidade estética
diferenciada ao filme que tem momentos de encontro entre o que é real e o que é ficção, motivado pelas próprias fronteiras pouco delineadas entre um e outro dentro do universo de Angeli.Esse trabalho foi premiado como o Melhor Curta Metragem e Melhor Animação Brasileira na 16ª. Edição do Anima Mundi no Rio de Janeiro e São Paulo.

 

 


Sobre Arnaldo Angeli e Rê Bordosa

Em 1973, Arnaldo Angeli iniciou a criação de charges políticas  para o jornal Folha de São Paulo e pouco tempo depois, passou para a  seção de quadrinhos.Criou a tira diária Chiclete com Banana, título que lançou personagens como Rê Bordosa, Bob Cuspe, Wood & Stock e os Skrotinhos. Em 1985, com a história desses personagens, Angeli criou uma revista de quadrinhos independente, com grande influência no mercado editorial. Nesta época, Rê Bordosa tinha em torno de 40 anos. Era alcoólatra, desbocada e todas as suas histórias em quadrinhos revelavam suas manias e desejos exagerados. A personagem fez muito sucesso, mas mesmo assim Angeli resolveu matá-la.

Serviço:
EXPOSIÇÃO “DOSSIÊ RÊ BORDOSA
De terça a sexta, das 9h30 às 22h.
Sábado, domingo e feriados, das 9h às 18h.

 

Informações – SESC POMPÉIA

Rua Clélia, 93

Telefone para informações: (11) 3871-7700

Acesso para Deficientes – não temos estacionamento

Para informações sobre outras programações ligue para 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br


Cinemark volta a inovar e inaugura Salas Premier no Shopping Cidade Jardim

Quarta-feira, 20 Agosto, 2008

A Rede Cinemark, pioneira no formato multiplex, volta a inovar e apresenta ao público as primeiras Salas Premier do Brasil. Os clientes das duas salas – que abrem em 22 de agosto no Shopping Cidade Jardim – terão lobby e bilheteria próprios e um lounge exclusivo e reservado, tudo projetado pelo arquiteto Arthur Casas. Um serviço de bar inédito trará um cardápio cheio de novidades, o atendimento será feito nas mesas do lounge e a entrega do pedido poderá ser realizada diretamente na poltrona da sala, até o início da sessão. Aliás, as poltronas são um diferencial único no país: superam em conforto as da classe executiva de vôos internacionais. Essa comodidade pode ser percebida através da capacidade atual das duas salas, pois no mesmo espaço onde foram instaladas apenas 224 poltronas, normalmente caberiam 630 assentos normais. As novas poltronas são em couro, reclináveis, com descanso para os pés e love seats (o apoio central para o braço pode ser levantado).

– Com mais essa inovação na forma de vivenciar o cinema, a Rede Cinemark pretende oferecer ao público uma experiência única: atendimento privilegiado desde a bilheteria exclusiva até o serviço de bar entregue diretamente nas poltronas mais amplas e confortáveis do país – explica Marcelo Bertini, presidente da Rede Cinemark no Brasil. – Nós trouxemos o multiplex para o Brasil e desde então temos investido ano a ano no projeto de levar cinema de qualidade para o nosso espectador. Porque acreditamos nesse projeto.

Vinhos e blends de café especiais no serviço de bar

Além do mix tradicional, a Cinemark firmou uma parceria com a importadora World Wine, cujos sommeliers estão responsáveis não só pela carta de vinhos e espumantes como também pela harmonização dos mesmos com os petiscos do cardápio. O Café Suplicy leva seus blends para as Salas Premier. E a pipoca – estrela da Cinemark – ganha uma novidade: a opção de cobertura de azeite espanhol.

As sobremesas são preparadas na hora. Algumas das sugestões: Banana Foster (porções de cream cheese com geléia de banana, empanado com fina camada de aveia crocante, servido com sorvete Haagen Dazs de doce de leite), Cheese cake (porções de cheese cake empanados com aveia, servidos com sorvete Haagen Dazs de summerberries e chantilly), Brownie Bites (pedaços de brownie com calda de chocolate, servidos com sorvete Haagen Dazs de macadâmia), Apple Crumb Cake (bolinhos de maçã com leve toque de canela, servidos com sorvete Haagen Dazs de macadâmia e calda de caramelo) e Chocolate Truffle (trufas de chocolate meio amargo recheadas de creme de baunilha).


Construção Civil impulsiona mercado de Computação Gráfica

Quinta-feira, 14 Agosto, 2008

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), após um longo período de estagnação a Construção Civil vem apresentando significativo crescimento. Em 2007, o setor registrou um arranque de 15% e para este ano a previsão é de um avanço de cerca de 20%.

Além de áreas diretamente ligadas à Construção Civil como matéria-prima e mão obra especializada, este bom momento também tem beneficiado o mercado de computação gráfica. De acordo com Francisco Tripiano, diretor da Cadritech, grupo de grande destaque nacional e internacional na distribuição e treinamento de soluções de computação gráfica e animação 3D, no ano passado a empresa registrou um aumento de mais de 40% na venda de softwares utilizados na produção de Maquetes Eletrônicas em 3D.

Para atender esta demanda, a Cadritech abriu novas turmas de cursos voltados para profissionais deste segmento, entre eles o de Maquete Eletrônica em 3D, que tem apresentado uma procura cada vez maior de arquitetos, engenheiros, decoradores, estudantes e profissionais da área interessados na apresentação de projetos arquitetônicos em 3D, tanto para impressão quanto para TV ou web.

“A especialização do curso de Maquete Eletrônica tem crescido consideravelmente nos últimos tempos. Há dois anos a média era de 700 alunos formados por ano, hoje contamos com mais de 1200 alunos por ano. Essa ferramenta é um atrativo a mais para o arquiteto vender seu projeto, pois o cliente consegue uma representação tridimensional da arquitetura, decoração e design, com perspectivas artísticas de interiores e exteriores”, destaca Tripiano.

Para esses profissionais, além do conhecimento técnico, é indispensável conhecer os softwares e ferramentas para construção de espaços virtuais no computador. A especialização Maquete Eletrônica em 3D da Cadritech oferece um curso de 180 horas composto por cinco módulos que abrangem produção de perspectivas, design de móveis, projetos de decoração, reformas, revestimentos e ilustrações para construtoras, incorporadoras e arquitetos, além de catálogos impressos e multimídia.


‘Luz, Câmera, Música!: Cineastas Compositores’

Quinta-feira, 14 Agosto, 2008

De 20 a 31 de agosto, o Centro Cultural Banco do Brasil apresenta “Luz, Câmera, Música!: Cineastas Compositores”, mostra composta por 14 filmes de sete cineastas que também assinam a composição das trilhas sonoras de seus trabalhos. A proposta é que o público possa conhecer ou rever as produções de forma global: com olhar e ouvidos atentos para perceber a totalidade da obra, uma vez que a composição está intimamente ligada ao desenvolvimento da história. De nacionalidades e estilos distintos, os sete diretores compartilham pontos em comum: são independentes, reconhecidos pelo público, pela crítica e pela categoria, e continuam em atividade. São eles: o espanhol Alejandro Amenábar (“Morte Ao Vivo” e “Mar Adentro”); o brasileiro Carlos Reichenbach (“Extremos do Prazer” e “Alma Corsária”); o bósnio Emir Kusturica (“Memórias em Super-8” e “A Vida é um Milagre”); o americano Hal Hartley (“Simples Desejo” e “Flerte”); o inglês Mike Figgis (“Justiça Cega” e “Timecode”); o alemão Tom Tykwer (“Inverno Quente” e “Perfume”) e o argelino Tony Gatlif (“O Estrangeiro Louco” e “Vengo”). A curadoria é de Fábio Yamaji.

 

Com exibições diárias, serão 35 sessões em dez dias, a preço popular, e uma palestra com entrada franca. Na sexta-feira, dia 29, às 15h, o público poderá conversar sobre “ Música no Cinema”, com Carlos Reichenbach e Christian Petermann. O diretor e o jornalista, respectivamente, falam sobre a criação da trilha sonora e de sua importância para o filme. Reichenbach resume o valor da música em seus trabalhos da seguinte forma: É comum nos meus filmes a música ser apresentada como personagem – o elemento mais importante da cena – e gradativamente se tornar diegética – a que algum personagem esteja escutando. Busco fazer isso de modo que a mudança seja quase imperceptível.”

 

 

“Ao investir na realização da mostra, o Banco do Brasil busca contribuir na ampliação da percepção do espectador sobre o rico trabalho de produção musical envolvido na concepção de um filme, além de homenagear o trabalho desses cineastas que se desdobram em múltiplas funções, realizando um cinema, acima de tudo, autoral.”, diz Marcelo Mendonça, diretor do CCBB São Paulo.

 

Para Fábio Yamaji, curador da mostra e diretor e professor de Linguagem Experimental de Animação, essa é uma oportunidade de assistir a filmes que se destacam pela qualidade como a inquietação temática, a originalidade visual e a sofisticação musical. “A mostra garantirá ao espectador algumas horas de reflexão, beleza e sonoridade sincronizadas”, ressalta.

 

Diretor de curtas de animação e de documentário, entre outras atividades, Yamaji frisa a  importância da música incidental no corpo de um filme, traduzindo sua cadência narrativa, sugestão de emoções, ambientação sonora e identificação de personagens, entre outros. No cinema autoral é comum que o diretor acumule as funções de roteirista, montador e produtor, cuidando assim para que o resultado seja o mais fiel possível de sua concepção original, artística e tecnicamente. São etapas-chaves do processo criativo e de produção, que contribuem para a construção de uma obra mais focada e pessoal. É uma característica inerente ao cinema independente, completa.

 

Os longas-metragens “Timecode”, “Mar Adentro”, “O Estrangeiro Louco” e “Justiça Cega” serão exibidos em DVD. Nestas sessões, a entrada será gratuita, com retirada de senhas a partir das 10h. Para assistir aos demais filmes, os espectadores pagam R$4 (inteira) e R$2 (meia) pelo ingresso. A mostra estará em cartaz no CCBB do Rio de Janeiro entre 5 e 17 de agosto e, em Brasília, entre 19 e 31 de agosto.

 

 

Cineastas e obras participantes:

 

Alejandro Amenábar: Diretor de filmes com forte apelo emocional, o espanhol é também um habilidoso compositor de trilhas orquestrais dramáticas e de suspense. Eventualmente compõe para outros diretores de seu país, assumindo o trabalho de trilheiro como uma atividade paralela à sua carreira de diretor.

- Morte Ao Vivo (Tesis, Espanha, 1996, 125 minutos, classificação indicativa: 16 anos)

- Mar Adentro (Espanha/França/Itália, 2004, 125 minutos, classificação indicativa: 12 anos)

 

Carlos Reichenbach:

Com formação musical influenciada por impressionistas como Debussy e Ravel, este importante diretor-fotógrafo-ator-roteirista do cinema nacional também assinou a trilha sonora de dois de seus filmes.

- Extremos do Prazer (Extremos do Prazer, Brasil, 1984, 92 minutos, classificação indicativa: 18 anos)

- Alma Corsária (Alma Corsária, Brasil, 1993, 112 minutos, classificação indicativa: 16 anos)

 

Emir Kusturica:

O bósnio passou a musicar seus próprios filmes após bem sucedida parceria com o compositor Goran Bregovic (“Vida Cigana”, “Underground”, “Arizona Dream”). É guitarrista da banda cigano-punk ‘No Smoking Orchestra’.

- Memórias em Super-8 (Super-8 Stories, Alemanha/Itália, 2001, 90 minutos, classificação indicativa: 12 anos)

- A Vida é um Milagre (Zivot je Cudo, Sérvia & Montenegro/França, 2004, 155 minutos, classificação indicativa: 16 anos)

 

Hal Hartley:

O americano sempre compôs a trilha de seus filmes, desde os primeiros curtas-metragens. Para creditar sua música minimalista usou um homônimo, Ned Rifle. A partir de 1997 passou a assinar as trilhas sonoras com seu próprio nome.

- Simples Desejo (Simple Men, EUA, 1992, 105 minutos, classificação indicativa: 14 anos)

- Flerte (Flirt, EUA / Alemanha / Japão, 1995, 85 minutos, classificação indicativa: 12 anos)

 

Mike Figgis:

Antes da carreira em cinema, o inglês estudou música em Londres e tocou na banda de R&B ‘The Gas Board’. Compôs a trilha sonora de todos os longas que dirigiu. Seus dramas são geralmente embalados com jazz e blues.

- Justiça Cega (Internal Affairs, EUA, 1990, 115 minutos, classificação indicativa: 14 anos)

- Timecode (Timecode, EUA, 2000, 97 minutos, classificação indicativa: 14 anos)

 

Tom Tykwer:

O alemão começou a musicar seus filmes por questões de orçamento: como não tinha como pagar um trilheiro, assumiu a função. Gostou da experiência e percebeu que poderia fazer um trabalho mais conciso elaborando a narrativa dos filmes em três momentos: roteiro, direção e música.

- Inverno Quente (Winterschläfer, Alemanha, 1997, 122 minutos, classificação indicativa: 18 anos)

- Perfume (Perfume: The Story of a Murderer, Alemanha, 2006, 147 minutos, classificação indicativa: 16 anos)

 

Tony Gatlif:

Música cigana e dança flamenga são elementos recorrentes nas histórias do argelino, tornando-se pretextos para a intervenção de sua especialidade musical nos filmes que dirige. “Vengo” (2000), inédito no Brasil, conta a história da longa tradição de assassinatos por vingança entre duas famílias rivais.

- O Estrangeiro Louco (Gadjo Dilo, Romênia/França, 1997, 102 minutos, classificação indicativa: 13 anos)

- Vengo (Vengo, França/Espanha/Alemanha/Japão, 2000, 90 minutos, classificação indicativa:  13 anos)

 

 

PROGRAMAÇÃO:

 Dia 20 (quarta-feira):

15h – Vengo (Tony Gatlif)

17h – Flerte (Hal Hartley)

19h – Morte Ao Vivo (Alejandro Amenábar)

 

Dia 21 (quinta-feira):

15h – Perfume (Tom Tykwer)

17h – Timecode (Mike Figgis) 

19h – A Vida É Um Milagre (Emir Kusturica)

 

Dia 22 (sexta-feira):

15h – Flerte (Hal Hartley)

17h – Morte Ao Vivo (Alejandro Amenábar)

19h – A Vida É Um Milagre (Emir Kusturica)

 

Dia 23 (sábado):

13h – Timecode (Mike Figgis)

15h – Morte Ao Vivo (Alejandro Amenábar)

17h – Vengo (Tony Gatlif)

19h – Timecode (Mike Figgis)

 

Dia 24 (domingo):

13h – Vengo (Tony Gatlif)

15h – Flerte (Hal Hartley)

17h – Extremos do Prazer (Carlos Reichenbach)

19h – Perfume (Tom Tykwer)

 

Dia 26 (terça-feira):

13h – Inverno Quente (Tom Tykwer)

15h – Mar Adentro (Alejandro Amenábar)

17h – O Estrangeiro Louco (Tony Gatlif)

 

Dia 27 (quarta-feira):

15h – Simples Desejo (Hal Hartley)

17h – Justiça Cega (Mike Figgis)

19h – Inverno Quente (Tom Tykwer)

 

Dia 28 (quinta-feira):

15h – Alma Corsária (Carlos Reichenbach)

17h – Memórias em Super-8 (Emir Kusturica)

19h – Justiça Cega (Mike Figgis)

 

Dia 29 (sexta-feira):

15h – Alma Corsária (Carlos Reichenbach)

17h – Palestra: Música no Cinema, com Carlos Reichenbach e Christian Petermann

19h – Memórias em Super-8 (Emir Kusturica)

 

Dia 30 (sábado):

13h – Memórias em Super-8 (Emir Kusturica)

15h – O Estrangeiro Louco (Tony Gatlif)

17h – Inverno Quente (Tom Tykwer)

19h – Justiça Cega (Mike Figgis)

 

Dia 31 (domingo):

13h – O Estrangeiro Louco (Tony Gatlif)

17h – Alma Corsária (Carlos Reichenbach)

19h – Simples Desejo (Hal Hartley)

 
Serviço:

Centro Cultural Banco do Brasil

Cinema (70 lugares): R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia-entrada). Filmes em DVD têm entrada gratuita, com retirada de senhas a partir das 10h.

Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo

Informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652

www.bb.com.br/cultura

 

Aceita cartões de crédito Visa ou Mastercard, cheque ou dinheiro

Horário de funcionamento da bilheteria: das 10h às 20h

Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com / (11) 2163-2000

Clientes do Banco do Brasil pagam meia-entrada apresentando o cartão do Banco na bilheteria.

Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado // Loja // Café Cafezal e Bistrô (wireless). Opções de estacionamentos particulares nas ruas Boa Vista, Senador Feijó e Libero Badaró. Confirmar preços, dias e horários de funcionamento.

Sugestão: Estacionamento Jockey Club – Rua Boa Vista, 280. Horários: de 2ª a 6ª feira, das 07h às 23h.  Aos sábados, das 07h às 18h. Não abre aos domingos.


Santander patrocina a II Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, na Cinemateca, em São Paulo

Quarta-feira, 30 Julho, 2008

Pelo segundo ano consecutivo, o Santander é o patrocinador da Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, em São Paulo, de 8 a 17 de agosto. Realizada pela Cinemateca Brasileira, a mostra tem como diferencial a projeção exclusiva de 29 filmes silenciosos do início do século XX, acompanhados por música ao vivo. Além da exibição de clássicos raros de grandes cineastas que influenciaram gerações – como F.W. Murnau, King Vidor, Yasujiro Ozu, Kenji Mizoguchi, Mário Peixoto e Humberto Mauro –, estudiosos e especialistas comandam palestras e mesas-redondas sobre temas ligados ao cinema. A entrada é franca.

Com curadoria musical assinada pelo compositor Lívio Tragtenberg, os filmes terão trilhas compostas ou arranjadas especialmente para as projeções, em 35 mm. Cada músico recebeu uma cópia das películas um mês antes da abertura da mostra, a fim de preparar seu repertório, transformando cada exibição em um evento musical único. Ao todo serão 22 músicos e 5 grupos com as mais diferentes influencias – erudita, eletrônica, punk rock e clássica japonesa – se revezando.

Entre os destaques da programação da II Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, estão clássicos japoneses das décadas de 1920 e 1930, em homenagem ao centenário da imigração nipônica, cedidos pelo Museu Nacional de Arte Moderna/Centro Nacional de Cinema de Tóquio, além de curtas-metragens dos célebres diretores Yasugiro Ozu e Kenji Mizoguchi e produções precursoras do Anime – nome dado às clássicas animações japonesas.

Também em destaque, os filmes comentados por membros do extinto Chaplin-Club, criado no Rio de Janeiro em 1928. Entre as produções, Aurora (Sunrise, 1927, EUA), de F.W. Murnau, A Pecadora Sem Mácula (The Woman Disputed, 1928, EUA), de Henry King e Sam Taylor, O Grande Desfile (The Big Parade, 1925, EUA), de King Vidor, e Limite (1931, Brasil), de Mário Peixoto.

Convidado especial e responsável por uma seleção de clássicos na mostra, o historiador italiano Paolo Cherchi Usai, diretor da National Film and Sound Archive da Austrália, comandará uma conferência sobre a Nova História do Cinema.

A outra novidade é que essa edição do evento inaugurará duas sessões fixas, que seguirão na programação dos próximos anos: Gionate del Cinema Muto – maior festival do mundo dedicado ao tema –, cujos filmes foram selecionados por seu presidente Livio Jacob; e Produções Latino-americanas, que este ano, receberá longas da Filmoteca da Universidade Autônoma do México.

Em 2007, a primeira edição da II Jornada Brasileira de Cinema Silencioso teve um público de quase cinco mil pessoas na cidade de São Paulo. Em seguida, passou por Porto Alegre e Recife em edições menores. Devido ao sucesso, a mostra entrou para o calendário de eventos da cidade de São Paulo e sua terceira edição, em 2009, já está em preparação pela Cinemateca Brasileira.

 A II Jornada Brasileira de Cinema Silencioso é fruto da parceria com diversos órgãos filiados à FIAF – Federação Internacional de Arquivos de Filmes e segue uma tendência mundial de festivais de cinema mudo consagrados em outros países.


12º Festival da Cultura Judaica

Sexta-Feira, 25 Julho, 2008

Como já é tradição, o Centro da Cultura Judaica apresenta, em parceria com A Hebraica, uma programação especial para o 12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo, que ocorre entre os dias 5 e 10 de agosto em São Paulo.  Neste ano, a mostra terá como tema os 60 anos de Israel e será dividido em quatro mostras temáticas: Ficção, Documentário, Israel 60 e Pré-Estréias Nacionais.

Abrindo a programação no dia 5, o Centro da Cultura Judaica exibe dois filmes com a presença de seus diretores: o curta-metragem “Varenick com Vatapá”, de Marcelo Szykman, e a pré-estréia nacional do longa “O Rochedo e a Estrela”, de Kátia Mesel, que propõe uma reflexão sobre a interferência dos judeus na formação étnica e cultural de Pernambuco a partir do século XVII. Já no dia 8 de, o destaque é para a exibição do documentário “Judeus Esquecidos”, que contará com a presença da diretora Gabriela Bohm.

O 12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo traz ao Brasil produções recém premiadas em importantes eventos cinematográficos mundiais como o Oscar e o Festival de Cinema de Berlim. Um dos destaques é “Lemon Tree”, de Eran Riklis, mesmo diretor de “A Noiva Síria”, escolhido melhor filme pelo júri popular no Festival de Berlim deste ano. Riklis vem ao Brasil e estará no Centro da Cultura Judaica na quarta-feira, dia 6, às 21 horas, para a pré-estréia nacional do filme. 

Integram ainda a programação do festival “Conhecimento é só o Início” e “O Pequeno Traidor”, eleitos como melhores filmes pelo público durante a 1ª Mostra Audiovisual Israelense realizado pelo CCJ. Confira abaixo a grade com a programação do 12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo no Centro da Cultura Judaica e confirma a programação completa nas demais salas no site http://www.fcjsp.com.br/

As exibições do Centro da Cultura Judaica ocorrem no Teatro (300 lugares, sujeito à lotação do espaço). A programação tem entrada gratuita, mas quem quiser contribuir com o Departamento Sócio-Cultural do CCJ, pode trocar o ingresso por um quilo de alimento não perecível a ser doado ao Programa Ajuda Alimentando, mantido pela instituição. Os ingressos são limitados a 2 por pessoa e devem ser retirados a partir das 14 horas na Bilheteria.

O Centro da Cultura Judaica está localizado à Rua Oscar Freire, 2500, ao lado do metrô Sumaré. Informações pelo telefone (11) 3065.4333 ou no site www.culturajudaica.org.br.


Veja os Watchmen!

Quinta-feira, 17 Julho, 2008

Primeiro, você viu as fotos dos personagens. Agora, o primeiro trailer de Watchmen chega à Internet – e, a partir do dia 25, nos cinemas com Batman – O Cavaleiro das Trevas. Clique no Dr. Manhattan para ver em vários formatos, ou clique aqui com o botão direito do mouse para salvar em HD bem bacana.

O Blue Man Group de um homem só, o Dr. Manhattan

O Blue Man Group de um homem só, o Dr. Manhattan


Tom Hanks em entrevista inédita

Segunda-feira, 7 Julho, 2008

Você diria que ‘Charlie Wilson’s War’ é um filme político?

 

TH – Bem, a maioria dos filmes políticos são designados para passar uma lição, para comunicar a opinião do diretor à respeito de determinado assunto. Eu não estou necessariamente interessado nisso. Eu adoro ver filmes que examinam os problemas e levam em conta o lado humano durante uma luta. Mas eu não preciso do filme de alguém para me dizer a verdade sobre o que está acontecendo.

 

Muitos diretores acham que é um pouco cedo para fazer um filme sobre esta guerra…

 

TH – Nós estamos indo para o quinto ano de guerra com o Iraque. Eu não acho que seja possível fazer um filme sobre a guerra por enquanto, por isso falo de um documentário. As pessoas escalam seus atores e diretores, vão para Marrakech ou para Death Valley, e isso não faz com que o que eles filmem seja mais verdadeiro do que digitar ‘combate de guerra’ no google ou no youtube, entende?

 

Você sente que a televisão americana tem sido negligente quanto as reportagens à respeito da guerra?

 

TH – Se sim, bem, eu sinto vergonha pela televisão americana. Você tem milhares de corpos mortos voltando para casa e destruindo a credibilidade da nação, então eu entendo que eles não tem de mostrar isso, mas, eu também tenho a impressão que o trabalho da mídia é nos contar a verdade.

 

O verdadeiro Charlie Wilson estava presente no set de filmagens?

 

TH – Sim, ele estava lá. Eu não tenho certeza se Lee veio antes de Aaron Sorkin ter entregue o filme, mas Charlie veio e disse ‘Eu não me importo com o que vocês falem de mim, eu fiz isso tudo, de qualquer maneira!’.

 

O que ele está fazendo agora?

 

TH – Eu acho que ele acabou de receber um transplante de coração. Ele está afastado agora. Ele era um lobista do Paquistão e recentemente ele tem de lidar com pessoas perguntando “como é ter o Tom Hanks fazendo um filme sobre você?”.

 

Então você sente que Charlie Wilson é realmente um cara importante?

 

TH – Sim.

 

Algum outro diretor além do escolhido Mike Nichols, apresentou interesse em rodar o filme?

 

TH – Existiram outros sim, para ser franco.

 

Você acha que é uma tragédia o fato dos Estados Unidos não aprender nada com esta situação?

 

TH – Sim. Nós não sabemos qual é a diferença entre os grupos terroristas. Não sabemos qual acredita no que exatamente. Nós somos uma nação ignorante na América, e isso só mudará quando nos educarmos e finalmente aprendermos algumas coisas.

 

Como foi filmar a cena do campo de refugiados?

 

TH – Horrivelmente doloroso, de partir mesmo o coração. Eu perguntei a Charlie sobre isso e ele disse que não conseguia lidar com o que viu, as crianças.

 

Novamente Charlie Wilson é um personagem de bom moço. Você pretende interpretar um vilão novamente em breve?

 

TH – Eu estou numa posição interessante porque francamente, eu coopero. Eu tento fazer-me rir, contar à você algumas histórias. Eu sempre sou um bom cara! Agora mesmo, eu estou interpretando um homem que transa com todas as garotas que pode, vai para a cama bêbado todas as noites, cheira cocaína sempre que pode, e você ainda assim dirá que eu sou um bom rapaz!

 

Você tem uma página no MySpace. É você mesmo quem atualiza?

 

TH – Sim, eu faço aquele site. Não atualizo sempre, mas quando isso acontece, sim, sou eu quem o faz.